Spikes

Hello Mistonautas! Quem conferiu as minhas 10 Dicas de moda para o verão 2013 viu que os spikes e as tachinhas estavam lá, como grande tendência! Eles estão fazendo a cabeça da mulherada, estão por toda parte: tênis, sapatilhas, shorts, T-shirt, e etc…

Confira alguns deles:

(Fonte da imagem: someday.com.br)

(Fonte da imagem: lalaismerim.com.br)

(Fonte da imagem: mariamodista.com.br)

(Fonte da imagem: soparameninas.net)

(Fonte da imagem: gloss.abril.com.br)

 (Fonte da imagem: ofantasticomundodenicole.com.br)

As peças com esta nova moda tem um custo mais alto, então separei para vocês dois links que mostram como customizar aquelas peças que estão paradas lá no armário com esta nova moda, é bem fácil, da para fazer em casa! Confiram aí!

Este mostra como customizar um shorts com as tachinhas: http://www.youtube.com/watch?v=sMaWK9JzYTI

E este como customizar uma jaqueta com elas: http://www.youtube.com/watch?v=cFDsYwkPzs0

Espero que tenham gostado! Bjs galera ate a próxima!

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Eita trem bão, sô!

Oi pessoal, dando continuidade na nossa seção “Mistoquente”, vou falar sobre alguns pratos que são populares em Minas Gerais. Ah, vocês devem estar pensando por que estou falando de Minas, mas já lhes explico que quem vos fala é um mineiro! É isso aí, nasci na cidade de Belo Horizonte e morei até os doze anos lá.  O pessoal de lá tem umas receitas muito boas, típicas da região com um toque especial bem quente, ou seja, bem apimentado!

Então, hoje trago para vocês duas receitas de pratos tradicionais feitos normalmente no final de semana, quando a família se reúne. Pesquisei algumas curiosidades sobre a origem destes dois pratos para você entender o porquê dos seus nomes:

Vaca Atolada

Imagem por: Augusto Steffen – 6º ano

1ª versão segundo o blog Intercâmbio Culinário:

Na altura da chegada da Coroa Portuguesa ao Brasil, eram os tropeiros (condutores de tropas/comitivas) que carregavam as carnes (e outros bens) nas suas carroças. Quando eles iam da serra para a cidade de Minas Gerais, passavam por terrenos irregulares e íngremes. No período das chuvas os terrenos ficavam em lama e o gado que empurrava as carroças ficava encalhado e não prosseguia. Como transportavam carne de vaca e tinham que se alimentar quando encalhavam, fizeram um prato com mandioca e vaca ao qual chamaram de vaca atolada.

2ª versão segundo o site Podcomer:

É oportuno lembrar que a origem do prato ‘Vaca Atolada’ está em Minas Gerais: surgiu no tempo da escravatura e, segundo registros históricos, quando uma vaca encalhava em algum atoleiro, ela era sacrificada e transformada em comida, sendo cozida com mandioca durante horas. Daí o nome dessa delícia de culinária, que era a única oportunidade que os escravos tinham na época pra comer carne bovina.

Do blog Culinária Mineira:

E como diriam os poetas:

“E do prato inteiro, onde havia um ameno jogo de cores cuja nota mais viva era o verde molhado da couve – do prato inteiro, que fumegava suavemente, subia para nossa alma um encanto abençoado de coisas simples e boas. Era o encanto de Minas”. (Rubem Braga)

Indiferente  de sua origem o prato é uma delícia e abaixo segue a receita de preparo:

Ingredientes:

1kg  de costela de boi  cortada em  pedaços

2  cebolas médias picadas

4  dentes de alho amassados

2  colheres[sopa] de óleo

5  tomates sem sementes picados

1  colher[sopa] de vinagre

1 colher[sopa] de salsa picada

1 colher[sopa] de cebolinha verde picada

1kg de mandioca sem casca, cortada em pedaços sal e

Pimenta do reino à gosto.

Modo  de  preparo:

Tempere as costelas com a cebola,o  alho, o sal e a pimenta. Em uma  panela grande, aqueça o óleo em fogo alto , junte as costelas e frite por alguns minutos até dourar.  Acrescente os tomates, o vinagre, a salsa e a  cebolinha. Cubra com água  e mantenha em fogo moderado. Quando a carne estiver quase macia adicione a mandioca e  cozinhe regando com água acrescentando-a  aos  poucos, até que ela fique no ponto.

Feijão Tropeiro

Fonte: RadioOlindaAM

Origens do prato:

Por Cozinha Mineira:

Desde o período colonial, o transporte das mais diversas mercadorias era feito por tropas a cavalo ou em lombos de burros. Os homens que guiavam esses animais eram chamados de tropeiros. Até a metade do século XX, eles cortaram ainda boa parte do estado de São Paulo, conduzindo gado. O feijão misturado a farinha de mandioca, torresmo, lingüiça, ovos, alho, cebola e temperos, tornou-se um prato básico do cardápio desses homens. Daí a origem do nome feijão tropeiro, numa referência direta aos integrantes do movimento tropeirista paulista.
Pode até parecer estranho, mas existe uma relação bem estreita entre o Feijão Tropeiro e a Mineração no Brasil- Colônia.
Com a descoberta do ouro nas terras que hoje correspondem ao estado de Minas Gerais (XVII), a metrópole portuguesa incentivou a migração de exploradores para a região. Desta forma, Minas Gerais recebeu um número muito grande de pessoas “famintas” por metais preciosos.
Para não concorrer com a economia aurífera, Portugal proibiu qualquer tipo de prática econômica, inclusive de alimentos. Criou-se um problema: como abastecer as regiões das minas de alimentos sem incentivar uma economia paralela à mineração? É aí que entra o Feijão Tropeiro em nossa história!
Os alimentos que eram produzidos nas regiões que hoje correspondem ao sul do país, bem como na Província de São Paulo, passaram a ser transportados até Minas Gerais para abastecer a população mineira. O transporte destes alimentos era feito por tropeiros montados em mulas e burros.
As viagens eram longas e cansativas. Os tropeiros precisavam se alimentar de forma prática e rápida. E assim, surgiu o Feijão Tropeiro. Os tropeiros colocavam em caldeirões os alimentos, como o feijão, a carne seca, carne de porco, farinha e verduras, como a couve, que eram todos cozidos. Com o passar do tempo, o prato chegou até as minas, tornando-se um prato típico mineiro.
Fonte: Rancho Grande dos Tropeiros – Obra de Benadito Calixto
Confira a receita:
Ingredientes:

500g  de feijão  carioca

200g de linguiça

200g de lombinho  defumado

50g  de  bacon

1 cebola [ralada] pequena

cheiro verde

2 dentes de alho amassados

pimenta e sal à gosto

farinha de mandioca

Modo de preparo:

Frite o bacon, a linguiça, o lombinho, a cebola e o  alho.  Junte o feijão  sem o caldo e  refogue por algum  tempo. Coloque o restante dos  temperos  e a  quantidade de  farinha de mandioca  até  a  consistência desejada.

E bom apetite!!!

O Rio dos Sinos é meu, é seu, é nosso!

Atualmente nos deparamos com situações desagradáveis em relação à qualidade da água que consumimos e também no que diz respeito a degradação dos ecossistemas. Devido a esses fatores os alunos da turma 81 resolveram criar métodos que pudessem reverter essa situação lastimável.

Os objetivos dos alunos foram muitos, tais como, valorizar a vida e a saúde através da educação ambiental; trabalhar em equipe demonstrando atitudes de respeito ao ambiente; desenvolver e expandir a consciência ecológica de respeito a natureza, a si mesmo a aos demais seres vivos; reconhecer que através das ações concretas e preservativas poderemos contribuir para a manutenção da vida do planeta Terra, entre outras.

Com o propósito de reconhecer a importância da conservação e preservação do Rio dos Sinos, resolvemos pesquisar sobre sua história. Então fotografamos os pontos mais poluídos, entrevistamos representantes dos órgãos públicos, produzimos sabão caseiro com óleo coletado no bairro, e também junto com a professora Leila Horst, analisamos os dados estatísticos dos últimos 10 anos sobre a população do mesmo. Todo o registro das atividades foi postado em forma de diário no blog da escola na página do projeto (aqui você pode conferir o nosso trabalho). Além disso, utilizamos outras mídias digitais para a divulgação das atividades desenvolvidas como o Youtube e o Facebook.

Visita aos pontos mais poluídos do rio
Por: Revista Mistureba

Por: Revista Mistureba

Por: Revista Mistureba

Concluímos que fazendo a nossa parte, não jogando lixo, não poluindo, e também não jogando óleo de cozinha no ralo da pia, estaremos protegendo milhões de litros de água. Ficamos com uma alegria imensa, quando recebemos a notícia de que nosso projeto foi um dos 10 finalistas do “Concurso Rio dos Sinos é Nosso” . Percebemos que nosso esforço, trabalho e dedicação foram reconhecidos. Também valeu a pena, pois atingimos nossa meta de “multiplicadores de sustentabilidade”, porém sabemos que esse trabalho não para por ai, ao contrario, foi um modo de aprendizagem e experiência que levaremos para toda vida, onde continuaremos exercidos a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

Por: Revista Mistureba